Cultura
Moacir Santos, maestro que faria 100 anos, regeu a música do Brasil com o ouro negro extraído a partir do sertão
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A África foi a base, um norte do qual o multi-instrumentista jamais se afastou, mas o Brasil sustentou ponte rítmica inovadora, alicerçada com baião, maracatu e samba, entre outros gêneros musicais nacionais. E tudo foi amalgamado com a liberdade do jazz, música sem fronteiras, e com requinte e rigor eruditos, frutos da formação desse artista vocacionado para criar arranjos para orquestras e big bands.
