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Arca de Noé na Turquia: Novas provas ou sensacionalismo?

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Um grupo de pesquisadores dos EUA afirma ter localização dos restos da Arca de Noé na Formação Durupinar, na Turquia. Utilizando tecnologia de scaneamento 3D, a equipe organiza uma estrutura subterrânea com as mesmas medidas bíblicas, gerando um intenso debate sobre meio acidente.

Qual é o exato local apontado pelos pesquisadores como o destino da arca?

O local identificado é a Formação Durupinar, uma área geológica localizada a cerca de 30 quilómetros a sul do Monte Ararat, no leste da Turquia. Embora a Bíblia cite o alto do Ararat, o grupo liderado por Andrew Jones acredita que a estrutura teria sido escorregada da montanha para essa região mais baixa ao longo dos séculos. A formação foi notada pela primeira vez nos anos 1950, mas apenas agora as tecnologias modernas permitiram observar o que existe sob a terra.

Como a tecnologia ajudou a identificar os supostos restos do navio?

Para enxergar o que está entrerado sem a necessidade de escavar, a equipe utilizou scanners 3D de laser e radares que atravessam ou solo (chamados de GPR). Esses aparelhos revelaram estruturas internacionais com ângulos retos e formatos geométricos a cerca de sete metros de profundidade. Segundo os estudiosos, esses dados mostram corredores e divisões internas que não seriam esperados em uma formação puramente rochosa pela natureza, indicando uma construção feita por mãos humanas.

Por que existe ceticismo sobre essa descura?

Especialistas e arqueólogos formais, como o pesquisador bíblico Wesley Huff, afirmam que os dados são sensacionalistas. Ele argumenta que radares de solo podem se confundir com argila ou pedras comuns e que o formato de barco é comum na geografia da região de Agaela. Outra crítica é que a equipe do projeto não conta com arqueólogos de formação acadêmica, tratando como conclusões como ‘especulações de amadores’ que não comprovam definitivamente a existência de uma arca local.

Quais são os próximos passos da investigação na região?

A equipe pretende avançar para uma exploração mais invasiva, que inclui a perfuração e o uso de câmeras subterrâneas. O objetivo é filmar as estruturas internas e os supostos corredores para comprovar que os espaços vazios detectados pelo radar são reais. Os investigadores acreditam que o clima severo da Turquia, com invernos rigorosos, pode ter ajudado a petrificar e preservar partes da madeira, mantendo a estrutura intacta para estudo mesmo após milénios.

Conteúdo produzido a partir de informações coletadas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na integra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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