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eis o que um especialista aconselha.
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Você já percebeu como, nos dias mais quentes, parece que tudo fica mais pesado? A gente dorme pior, sua mais, fica mais irritada e, pra completar, vem aquela conta de luz lá em cima no fim do mês. Esse calor intenso mexe com o nosso humor e com a rede elétrica: quando muita gente liga ar-condicionado, ventilador, chuveiro elétrico e outros aparelhos ao mesmo tempo, o sistema trabalha no limite, aumenta o risco de apagões e o susto na fatura, exigindo atenção de especialistas e autoridades para um uso mais consciente.
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Como a onda de calor está impactando o consumo de energia?
O grande vilão do momento é a onda de calor, quando ficamos vários dias com temperaturas bem acima do normal. Com sol forte, pouca chuva e sensação térmica elevada, ventiladores e aparelhos de ar ficam ligados quase sem pausa, o que faz a conta de luz subir rápido.
Entre os aparelhos que mais pesam estão ar-condicionado, refrigeradores e aquecedores de água, que trabalham mais para manter a temperatura ideal. Se o equipamento é antigo, maldimensionado ou sem manutenção, o consumo aumenta ainda mais e sobrecarrega a rede elétrica.
Por que o ar-condicionado consome tanto durante a onda de calor?
Durante uma onda de calor, o ar-condicionado deixa de ser aliado ocasional e passa a funcionar por muitas horas seguidas, inclusive de madrugada. Quanto mais quente está lá fora, mais tempo o compressor fica acionado para resfriar o ambiente, puxando bastante energia.
Um hábito comum é ligar o aparelho em 19 °C ou 20 °C, acreditando que o ambiente vai esfriar mais rápido. Na prática, isso só faz o equipamento trabalhar no máximo por mais tempo, sem reduzir o tempo total para resfriar, o que encarece a conta sem ganho real de conforto.
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Como ajustar o ar-condicionado para gastar menos energia?
Para atravessar a onda de calor com equilíbrio entre conforto e custo, vale ajustar a configuração do aparelho. Especialistas sugerem manter a temperatura entre 25 °C e 26 °C durante o dia e algo em torno de 24 °C a 25 °C à noite, usando funções como “sleep” ou “econômico” sempre que possível.
Alguns passos simples ajudam a usar o ar de forma mais inteligente, reduzindo tanto o consumo doméstico quanto a pressão sobre o sistema elétrico da cidade:
- Ligar o ar-condicionado inicialmente em cerca de 26 °C.
- Aguardar de 15 a 20 minutos para que o ambiente resfrie um pouco.
- Ajustar, se achar necessário, para 24 °C ou 25 °C.
- Evitar ficar mudando a temperatura toda hora no controle.
Que práticas ajudam a enfrentar o calor sem elevar tanto a conta de luz?
Usar bem os aparelhos começa na escolha certa e continua no cuidado diário, especialmente em dias muito quentes. Um erro comum é comprar um ar-condicionado sem checar a eficiência ou com potência incompatível com o tamanho do cômodo, fazendo o equipamento trabalhar o tempo todo no limite.
Filtros sujos, pouca carga de gás e frestas em portas e janelas também fazem o ar frio escapar rápido, obrigando o sistema a funcionar em esforço extra. Além dos ajustes no uso do ar, melhorias simples na casa ajudam a deixar o ambiente mais fresco e sustentável em 2026, como investir em telhados mais claros, ventilação cruzada, sombreamento com cortinas e vegetação, o que reduz a dependência de refrigeração artificial e contribui para uma rede elétrica mais estável.
