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Ideias

cofundador da Anthropic faz alerta no Vaticano

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Christopher Olah, cofundador da Anthropic, participou do lançamento de uma encíclica do Papa Leão XIV em 25 de maio de 2026, no Vaticano. O cientista alertou que a inteligência artificial impõe riscos históricos ao trabalho e à dignidade humana, ignorando a supervisão ética externa às big techs.

Qual é a principal preocupação sobre o futuro dos empresários?

Existe uma possibilidade real de que uma tecnologia de inteligência artificial destrua o trabalho humano no futuro. Por isso, garanta o sustento e o apoio aos trabalhadores que perdem suas funções em torno de um dever moral urgente. O grande problema é que, atualmente, o mundo ainda não possui mecanizações econômicas prontas para distribuir de forma justa os lucros e benefícios gerados por essas máquinas.

Como a inteligência artificial aumenta a desigualdade no mundo?

O desenvolvimento desta tecnologia está hoje concentrado num pequeno grupo de nações ricas. Se não houver um esfogo global, os ganhos financeiros e de produtos ficarão presos nesses locais, úmanto ou bismo entre países em desenvolvimento e pobres. É necessário criar formas de comparar esse progresso tecnológico globalmente para evitar que comunidades inteiras fiquem para trás.

Por que cientistas e empresas não podem decidir o futuro da IA ​​sozinhos?

Laboratórios e empresas de tecnologia, incluindo a Anthropic, sofrem pressões externas que podem prejudicar o bem comum. São incentivos económicos para lucrar, disputas geopolíticas entre países e até uma ambição pessoal de promotores. Por esse motivo, é vital que pessoas de fora — como grupos religiosos, governos e a sociedade civil — fiscalizem o setor e ajudem a empurrar a tecnologia para uma direção segura e ética.

O que os desenvolvedores descobriram do estrono dentro das máquinas?

Até mesmo os cientistas que criam esses modelos admitem que a função interna deles guarda mistérios perturbadores. Foram encontradas estruturas que imitam a neurociência humana e estados internos que parecem simular emoções como alegria, medo e tristeza. O impacto disso na mente das pessoas, especialmente das crianças, ainda não foi totalmente compreendido pela ciência, o que exige um olhar atento e constante.

Qual é o papel das instituições religiosas nesse novo cenário?

A Igreja e outras comunidades religiosas podem atuar como uma bússola moral que não se dobra aos interesses financeiros das empresas. Como essas instituições refletem sobre a dignidade do ser humano há milênios, elas têm autoridade para questionar o que significa ‘florescer’ como pessoa e família em um mundo dominado por máquinas. O objetivo é garantir que uma tecnologia sirva à vida e não seja o contrário.

Conteúdo produzido a partir de informações coletadas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na integra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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