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Música

Paul McCartney toca clássico dos Beatles pela primeira vez desde 1964 no casamento de Taylor Swift

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Segundo relatos, Paul McCartney apresentou um clássico dos Beatles ao vivo pela primeira vez desde 1964 na recepção do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce, no Madison Square Garden: “I Want to Hold Your Hand“.

McCartney, assim como Stevie Nicks, estava entre os artistas de renome presentes no casamento do casal. A revista People relata que o cantor aproveitou a ocasião especial para tocar uma música que não apresentava ao vivo desde os primórdios dos Beatles  e que ele nunca havia tocado ao vivo como artista solo.

“Após a cerimônia, a mãe de Swift, Andrea, convidou todos para o salão de recepção, onde o palco estava montado”, disse uma fonte à People.

Segundo o site setlist.fm, a última vez que McCartney tocou “I Want to Hold Your Hand” ao vivo foi em 20 de setembro de 1964, no show dos Beatles no Paramount Theatre, em Nova York. A música permaneceu intocada por ele durante 62 anos, até o casamento de Taylor Swift.

McCartney e Swift há muito tempo elogiam o trabalho um do outro. McCartney disse, nas semanas que antecederam o casamento, que a fama de Swift rivalizava com a dos Beatles.

“Você vê o paralelo, sabe, a fama e a quantidade de fama”, disse McCartney à BBC. “A fama mundial que Taylor Swift tem e que nós tínhamos, mas, para falar a verdade, acho que ela não precisa de nenhum conselho.”

Swift também chamou McCartney de “artista eternamente excepcional” nas redes sociais após o lançamento de seu novo álbum, The Boys of Dungeon Lane (que ainda contém um dueto com o ex-baterista dos BeatlesRingo Starr, em “Home To Us”).

Segundo crítica da Rolling StoneThe Boys of Dungeon Lane “é um contraste revigorante com trabalhos da década de 2010, como New e Egypt Station, onde McCartney trouxe diversos colaboradores com uma pegada pop, com resultados variados. Ele parece ter aprendido que o que realmente queremos de um novo álbum solo nesta fase da sua carreira é mais McCartney.”

Apesar de conter canções introspectivas, “a energia vital de McCartney permanece intacta, e a alegria que ele encontra em fazer música transparece em cada mudança de acorde”.

+++ LEIA MAIS: A melhor música de Paul McCartney, segundo o próprio

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