Celebridade
Gabriela Kulaif comenta encontro com Demi Moore durante workshop de yoga

A atriz Gabriela Kulaif chama atenção não só pelo trabalho em Hollywood, mas também pela forma como conecta espiritualidade, atuação e cuidado emocional no dia a dia. Em entrevista, ela comentou um encontro inesperado com Demi Moore durante um workshop de yoga e mostrou como práticas como respiração consciente, meditação e Kundalini Yoga viraram parte da sua rotina profissional e pessoal.
Além disso, Gabriela explica que esses rituais ajudam na preparação antes de entrar em cena. Em BitterSweet, longa inspirado na própria história e disponível na Apple TV, ela precisou revisitar momentos delicados da vida. Ou seja, o trabalho exigiu entrega emocional, foco e preparo interno.
Gabriela Kulaif e o encontro com Demi Moore
Durante um workshop de White Tantric, prática ligada à Kundalini Yoga, Gabriela viveu uma cena que ela mesma definiu como inesperada. “Passei mais de uma hora meditando em dupla durante um workshop e, quando olhei para o lado, quem estava comigo era a Demi Moore”, contou.
A experiência reforça como esse universo já faz parte da rotina de nomes conhecidos de Hollywood. Além disso, mostra que Gabriela Kulaif circula em um meio onde o cuidado com a mente e a energia tem peso real na vida e no trabalho.
Embora o encontro tenha surpreendido, ele faz sentido dentro da trajetória da atriz. Gabriela conta que a espiritualidade entrou em sua vida há anos. Portanto, a meditação e a respiração deixaram de ser apenas hábitos e passaram a funcionar como ferramentas de equilíbrio.
O ritual de Gabriela Kulaif antes de gravar
Antes de cada gravação, Gabriela Kulaif criou um ritual próprio. “Faço breathwork e visualização de cores energizando meus chakras antes de entrar em cena”, afirmou. “Cada chakra tem uma cor e eu imagino essas cores entrando pelo topo da minha cabeça”, completou.
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Esse processo ajuda a atriz a entrar no estado emocional da personagem com mais consciência. Além disso, cria uma transição entre a vida real e o universo da cena. Em uma produção intensa como BitterSweet, esse preparo faz diferença.
O longa revive um período delicado da vida da artista, quando o marido, Steven Martini, enfrentou uma crise emocional antes do diagnóstico de autismo. A experiência também mudou a forma como o casal passou a compreender o comportamento do filho, que também está no espectro autista.
A virada de Gabriela Kulaif com a yoga
A relação de Gabriela Kulaif com a Kundalini Yoga começou com desconfiança. “No meu primeiro dia de curso achei que estava entrando em uma seita”, relembrou. “Todo mundo vestido de branco, fazendo movimentos repetitivos e entoando mantras. Achei tudo muito estranho”, disse.
No entanto, a percepção mudou com o tempo. Gabriela passou a sentir mudanças emocionais profundas durante as aulas. “Tinha aulas em que eu chorava o tempo inteiro”, contou. “Era como se emoções guardadas há muito tempo finalmente encontrassem espaço para sair”, completou.
A partir dessa transformação, ela mergulhou mais fundo na técnica e se tornou professora. Gabriela Kulaif também se especializou em Reiki e incorporou outras práticas de autoconhecimento à rotina. Dessa forma, construiu uma base que sustenta sua vida pessoal e sua carreira artística.
Silêncio, descanso e criatividade
Depois de mais de 25 anos em Los Angeles, Gabriela Kulaif aprendeu a valorizar o silêncio. Sempre que pode, viaja sozinha para o deserto da Califórnia, onde passa alguns dias em águas termais e longe da correria.
“Para manter minha sanidade mental eu preciso ficar sozinha, fazer yoga, estar perto da natureza e me desconectar”, afirmou. “Quando volto, volto completamente renovada”, disse. Essa pausa, segundo ela, também alimenta a criatividade.
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“Quanto mais limpa está minha mente, mais disponível eu fico para viver outras vidas, outras emoções e outras histórias”, explicou. Ou seja, o recolhimento não a afasta do trabalho. Pelo contrário, fortalece sua presença em cena.
Gabriela Kulaif em Hollywood
A trajetória de Gabriela Kulaif mostra como espiritualidade e atuação podem caminhar juntas. Em Hollywood, onde a saúde mental ganhou espaço entre artistas, ela encontrou um caminho que conversa com sua fase atual.
Além disso, o relato sobre Demi Moore reforça a rede de mulheres que buscam esse tipo de equilíbrio. Gabriela não trata essas práticas como moda. Ela as usa como apoio real para viver, criar e interpretar.
No fim, o encontro no workshop virou mais uma prova de que sua rotina já está totalmente conectada a esse universo. E isso ajuda você a entender por que Gabriela Kulaif segue chamando atenção dentro e fora das telas.
