Música
‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ confirma importante teoria de ‘Game Of Thrones’

O encerramento da primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos trouxe a confirmação de uma das teorias mais persistentes entre os leitores da obra de George R.R. Martin: Sor Duncan, o Alto (Peter Cleffey), nunca foi oficialmente sagrado cavaleiro. Embora a série tenha adotado um tom mais leve que Game of Thrones, a revelação do último episódio lança uma luz sombria sobre a integridade do herói mais “puro” da franquia.
A confirmação veio depois de um flashback crucial nos momentos finais da temporada. Na cena, um jovem Duncan questiona Sor Arlan (Danny Webb), já em seu leito de morte, sobre o motivo de nunca ter recebido o título oficial.
O velho cavaleiro morre antes de realizar a cerimônia ou dar uma resposta, provando que Duncan assumiu a identidade de cavaleiro por necessidade e sobrevivência, mantendo a farsa desde o primeiro episódio.
Essa revelação recontextualiza momentos importantes da temporada, especialmente a recusa de Duncan em sagrar Raymun Fossoway (Shaun Thomas) como cavaleiro durante o Julgamento de Sete.
O que antes parecia humildade ou insegurança, agora se revela como uma crise de consciência; Duncan sabia que não possuía a autoridade legítima para transmitir um título que ele mesmo não detinha.
A série utiliza essa “mentira” para aprofundar a ambiguidade moral típica do universo de Westeros. Ao apresentar o personagem mais honrado da saga como um impostor técnico, a narrativa sugere que a verdadeira cavalaria reside nas ações de Duncan — como sua proteção aos oprimidos e sua lealdade — e não em rituais burocráticos.
O protagonista pode ser um falso cavaleiro perante a lei, mas sua conduta em Vaufreixo o estabeleceu como o padrão de ouro que os nobres de sangue falharam em alcançar.
FONTE: SCREENRANT
LEIA TAMBÉM: Como ‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ escondeu seu orçamento “curto” no 5º episódio
