Cultura
Diogo Nogueira evolui entre a gafieira e o pagode no balanço de ‘Infinito samba’
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/e/v/9xxsAERhSDN8Oj9TbOAw/diogo-nogueira-7373.jpg?ssl=1)
São os casos de “Coisas do amor (Me chama)” (Diogo Nogueira, Claudemir e Rodrigo Leite, 2025) – tentativa vã de evocar o sentimento soul das grandes baladas do repertório de Tim Maia (1942 – 1998) – e da deslocada abordagem do funk melody “Garota nota 100” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1998), sucesso de MC Marcinho (1977 – 2023), com toque de samba. E até mesmo do canto de “Olha” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1975) na cadência de samba-canção meio bolero – número romântico que parece ter sido criado para atiçar o séquito feminino do cantor.
