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A universidade da Inglaterra choca o mundo com a rede de internet biológica que permite aos cogumelos formar frases completas e usar até 50 palavras para planejar o futuro da floresta de um jeito que ninguém achava ser possível sem um cérebro

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A natureza esconde segredos profundos que desafiam a nossa compreensão sobre a inteligência e a tecnologia no mundo natural. Uma descoberta revolucionária revela que os cogumelos possuem uma rede de internet biológica capaz de transmitir frases complexas através de impulsos elétricos. Essa comunicação sofisticada sugere que o solo da floresta funciona como um grande centro de processamento de dados que planeja o futuro do ecossistema de forma fascinante.

Localizado na UWE Bristol, esse centro de excelência se dedica a explorar como sistemas naturais podem ser usados para processar informações de formas inovadoras
Localizado na UWE Bristol, esse centro de excelência se dedica a explorar como sistemas naturais podem ser usados para processar informações de formas inovadorasImagem gerada por inteligência artificial

Como funciona o sistema de comunicação dos fungos?

De acordo com a World Sensorium o estudo liderado por especialistas revelou que as flutuações de voltagem no sistema biológico se assemelham muito à estrutura da fala humana. Ao analisar o comportamento de diversas espécies, os cientistas notaram que esses picos de atividade elétrica não são aleatórios, mas seguem padrões que lembram um vocabulário de até cinquenta palavras distintas.

Essa descoberta desafia a ideia de que o cérebro é uma condição obrigatória para a existência de um sistema de linguagem estruturado e funcional. Os pesquisadores observaram que os sinais viajam por filamentos extremamente finos, criando um fluxo constante de dados que mantém a integridade de todo o ecossistema florestal de maneira impressionante.

Qual a importância do laboratório de computação não convencional?

Localizado na UWE Bristol, esse centro de excelência se dedica a explorar como sistemas naturais podem ser usados para processar informações de formas inovadoras. A equipe coordenada por Andrew Adamatzky utiliza sensores de alta precisão para captar cada mudança mínima na atividade bioelétrica dos organismos estudados durante meses de observação intensa.

O trabalho realizado nesse ambiente controlado permite isolar variáveis e entender como o clima externo influencia o diálogo interno dos micélios. Os resultados obtidos abrem portas para uma nova era da tecnologia, onde o hardware tradicional de silício pode ser substituído por componentes orgânicos vivos e totalmente autossuficientes no futuro.

Quais segredos o micélio esconde sob o solo da floresta?

O micélio atua como uma rede neural vasta que conecta diferentes seres vivos em uma simbiose perfeita que garante a sobrevivência mútua em condições adversas. Essa estrutura complexa permite que nutrientes e informações sejam compartilhados rapidamente, demonstrando uma eficiência que muitos sistemas artificiais modernos ainda tentam alcançar com grande dificuldade.

Existem diversos componentes fundamentais que tornam essa rede tão eficiente e intrigante para os entusiastas de mistérios científicos ao redor de todo o mundo. A lista abaixo detalha os principais elementos que compõem essa fascinante infraestrutura natural encontrada nas profundezas das matas e das florestas úmidas de nosso planeta:

  • Hifas condutoras de sinais bioelétricos de alta velocidade.
  • Nódulos de processamento de informações químicas e físicas.
  • Terminais de troca de nutrientes entre espécies vegetais distintas.

Como a espécie schizophyllum commune contribui para o estudo?

A espécie conhecida como Schizophyllum commune foi um dos principais alvos da pesquisa devido à sua notável capacidade de gerar impulsos elétricos rítmicos. Os dados coletados mostram que esse fungo em particular possui uma complexidade linguística superior à de outros organismos semelhantes, servindo como um modelo perfeito para o estudo avançado.

A inteligência fúngica representa uma fronteira inexplorada que redefine nossa conexão com a vida terrestre e a tecnologia do amanhã, transformando o solo sob nossos pés em um processador de dados vivo.
A inteligência fúngica representa uma fronteira inexplorada que redefine nossa conexão com a vida terrestre e a tecnologia do amanhã, transformando o solo sob nossos pés em um processador de dados vivo.Imagem gerada por inteligência artificial

Ao analisar os dados, os cientistas identificaram comportamentos específicos que revelam como esses organismos interagem com o mundo ao seu redor de forma intencional. As observações feitas durante os testes laboratoriais destacam algumas características únicas dessa espécie que surpreenderam toda a comunidade científica internacional e os curiosos:

  • Geração de picos de voltagem associados à busca por alimento.
  • Reações imediatas a mudanças térmicas bruscas no substrato orgânico.
  • Sincronização de impulsos com outros indivíduos da mesma colônia.

Existe uma inteligência oculta nos impulsos elétricos biológicos?

A possibilidade de que os fungos estejam discutindo o futuro da floresta levanta questões filosóficas profundas sobre o que realmente define a consciência na natureza. Embora ainda não possamos traduzir cada frase, a existência de uma sintaxe biológica sugere que existe um propósito consciente por trás de cada sinal elétrico enviado pelo solo.

Continuar explorando esses mistérios é essencial para compreendermos o lugar da humanidade em um planeta onde a inteligência pode assumir formas totalmente inesperadas. Cada nova descoberta nos aproxima de um entendimento mais profundo sobre as redes invisíveis que sustentam a vida e a harmonia do nosso incrível mundo natural.



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