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Cultura

Ativismo negro de Candeia é debatido em livro que expõe a complexidade da militância do sambista e questiona a fama de policial severo e truculento

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As entrevistas com personalidades do samba e do movimento Black Rio – como Dona Ivone Lara (1922 – 2018), Dom Filó (DJ de quem Candeia foi amigo e com quem criou o projeto Brafro, tentativa de unir dois movimentos musicais através da conscientização do povo negro), Elton Medeiros (1930 – 2019) e Martinho da Vila – contribuem para que o autor monte perfil crível de Antonio Candeia Filho, sem endeusamento do sambista no ensaio crítico, mas tampouco sem deixar de evidenciar a importância da militância do sambista e policial (ofício que Candeia exerceu por questão de sobrevivência, e não por gosto) que marcou posição e, entre o tamborim e o revólver, fez vida e da obra um ato político, deixando um pensamento importante na construção da consciência negra ativista.


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