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Robbie Williams Retorna ao Brasil com Nova Perspectiva e Recorde Histórico na Música

O cantor Robbie Williams se prepara para um show único em São Paulo no dia 13 de outubro, no Allianz Parque. Após duas décadas, ele retorna ao Brasil com o desejo de vivenciar o país de forma genuína, buscando uma conexão mais profunda com a cultura e o povo brasileiro, diferentemente de sua primeira visita.
A Primeira Visita e os Desafios Pessoais
Em 2006, Williams esteve no Rio de Janeiro com a turnê “Close Encounters”, mas sua passagem foi isolada, sem experiências marcantes fora do hotel e do avião. Naquela época, ele enfrentava sérios problemas de saúde mental, ansiedade e dependência de álcool e drogas, que o consumiam. Essa fase conturbada de sua vida é explorada na cinebiografia “Better Man” (2024), onde seu personagem é interpretado por um macaco.
A Nova Fase e a Conexão com o Povo Brasileiro
Aos 52 anos, em uma fase mais estável como pai de família e com uma relação diferente com a música, Williams almeja conhecer o Brasil verdadeiramente. Ele se diz curioso sobre o povo e a sensação de ser brasileiro, fugindo dos clichês turísticos. O cantor descreve o Brasil como um país místico, com um sentimento especial pelo seu povo, algo que ele vê como um “branding” único e bem-sucedido.
O Álbum 'Britpop' e Seus Recordes
Robbie Williams lançou o álbum “Britpop”, título escolhido para provocar e ironizar sua relação com o movimento musical britânico dos anos 1990, do qual não fez parte com sua antiga boyband, Take That. Com este trabalho, Williams alcançou um marco histórico na música britânica.
Superando Os Beatles
“Britpop” fez com que Williams se tornasse o primeiro artista a emplacar 16 álbuns no topo das paradas do Reino Unido, superando o recorde anterior dos Beatles. Ao refletir sobre essa conquista, ele expressa uma mistura de “vergonha” por se comparar aos Beatles e “alívio” por ter chegado tão longe.
Liberdade Musical e a Década de 90
O cantor afirma que “Britpop” lhe deu a liberdade de explorar referências musicais que ele desejava na década de 1990, mas que não pôde concretizar enquanto estava no Take That. Ele também considera os anos 90 como o último grande período de inovação cultural, especialmente na música, contrastando com a falta de atenção que percebe nas pessoas atualmente.
Fonte: https://g1.globo.com
