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Música

Por que o Linkin Park não faz mais meet and greet, segundo baterista

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Desde que anunciou seu retorno aos palcos com uma nova formação, o Linkin Park tem feito a alegria de fãs, novos e antigos, com disco novo — From Zero (2024) — e uma turnê que já passou por vários países, inclusive o Brasil.

No entanto, um detalhe chamou a atenção dos fãs mais ávidos: a ausência dos tradicionais pacotes de meet and greet, aqueles encontros reservados em que admiradores podem tirar foto e pegar autógrafos com seus ídolos antes dos shows.

Em uma participação recente no podcast One Life One Chance, apresentado por Toby Morse, o novo baterista da banda, Colin Brittain, abriu o jogo sobre a decisão do grupo de não realizar mais esse tipo de interação comercializada (via Portal Linkin Park).

Colin Brittain durante show do Linkin Park em São Paulo (Foto: Gustavo Diakov @xchicanox)

Segundo o músico que entrou para o grupo em 2023, a razão é:

“Porque isso exige muita energia, e nosso show é longo; além disso, os vocalistas, especialmente a Emily (Armstrong), precisam cuidar da voz.”

Brittain destacou que a banda valoriza a conexão com o público, mas acredita que os meet and greets podem ser exaustivos para os músicos. Segundo ele, o Linkin Park decidiu priorizar a entrega total durante as apresentações ao vivo, para todos os fãs que forem aos shows.

Linkin Park no Brasil

Desde o retorno aos palcos, o Linkin Park já passou pelo Brasil em duas ocasiões. Primeiro, em 2024, com shows apenas em São Paulo, duas vezes no Allianz Parque; e depois em 2025, com apresentações em Curitiba, Brasília e novamente na capital paulista, desta vez no estádio MorumBIS.

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Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)

Guilherme Gonçalves é jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e atua no jornalismo esportivo desde 2008. Colecionador de discos e melômano, também escreve sobre música e já colaborou para veículos como Collectors Room, Rock Brigade e Guitarload. Atualmente, é redator em IgorMiranda.com.br, revisa livros das editoras Belas Letras e Estética Torta e edita o Morbus Zine, dedicado a resenhas de death metal e grindcore.



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