Celebridade
Aos 81 anos, Nelson Motta vive o amor com jornalista de 51 anos: ‘Harmonia por contraste’

O jornalista, escritor e compositor Nelson Motta, de 81 anos, comemorou o aniversário de 3 anos de namoro com a jornalista Pati Pontalti, de 51 anos, nesta semana. Os dois vivem um relacionamento à distância, já que ela mora em Porto Alegre e ele no Rio de Janeiro.
Em sua declaração de amor, Motta relembrou o início do relacionamento, o primeiro encontro e falou sobre a vida com cada um morando em sua casa. “Amo histórias de amor. Reais ou inventadas. Publicas ou privadas. É um de meus assuntos favoritos. E como é próprio dos nativos de Escorpião, não me contento em navegar pela superfície, gosto de mergulhar com profundidade e intensidade. Vale a pena, vale as penas. Hoje estamos comemorando três anos de amor, amizade, confiança, respeito e admiração, o 18 de fevereiro marca o nosso primeiro encontro presencial, no Rio, quando ela morava em Porto Alegre. Mas o amor já tinha brotado antes, durante um mês de fotos, vídeos, músicas e palavras, muitas palavras, de dois jornalistas que estavam se conhecendo e se apaixonando. Um pelo outro e cada um por si mesmo. Eu estava recém solteiro, e ela tambem, essas coisas não acontecem por acaso, passamos a nos falar e nos escrever todo dia, tipo longos telefonemas de adolescentes, inspirados por uma nova energia e em busca de romance e aventura“, disse ele.
E completou: “Três anos de uma relação amorosa pode ser muito, ou pouco. Quantidade não é qualidade. De que valem 365 dias medíocres juntos, com conflitos, DRs infernais, tentando harmonizar hábitos e estilos diferentes, diante de 120 dias vividos plenamente juntos, na casa de um ou de outro, ou viajando pelo Brasil e pelo mundo em pequenas luas de mel. Nosso caso. No dia a dia cada um cuida de sua casa, suas despesas, seus problemas domésticos. Os encontros são para olhar, conversar, tocar, beijar, sentir o perfume e a pele, para passear pelas cidades, ir a ótimos shows, a restaurantes gostosos, para fazer planos e realizar desejos“.
Por fim, ele destacou: “Comemoro esses três anos de felicidade juntos e separados como uma inspiração para uma forma de amor baseada na intensidade dos sentimentos e não na quantidade de dias e horas juntos, dividindo tédio e chatices. Não precisamos de nada um do outro, escolhemos nos comprometer com uma relação amorosa por nossas identidades, e pelas nossas diferenças, baseada na confiança e na tolerância, numa harmonia por contraste. Para, como se dizia antigamente, curtir e compartilhar. A vida“.
