Cultura
Romulo Fróes arrasta dores na marcha lenta de ‘Boneca russa’, álbum sobre o renascer das cinzas após a folia do amor
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Por ser incomum, a embalagem de voz e baixo aviva e tensiona canções de alta voltagem poética. “Água de rio parada no fundo do poço / Pele de choro na lágrima seca sem água / Não vale nada o berro enterrado na areia / Não estilhaça o verbo cavado na cara”, rima torto o poeta em “A felicidade perdida”, parceria de Romulo Fróes com Rodrigo Campos, bamba do samba de São Paulo no século XXI.
