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Você vai se surpreender com o que acontece no corpo ao consumir Vitamina E todo santo dia
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A alimentação tem influência direta na forma como a pele se comporta ao longo do tempo. Quando há falta de nutrientes, o organismo inteiro sente o impacto, e a aparência da pele costuma ser um dos primeiros sinais visíveis. Entre vitaminas, minerais e antioxidantes importantes, a vitamina E ganhou destaque por estar ligada à longevidade celular, proteção contra danos ambientais e cuidado mais consciente com o corpo, mostrando que a saúde da pele começa de dentro para fora.
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O que é vitamina E e qual é sua função no organismo?
A vitamina E é um nutriente lipossolúvel, ou seja, se dissolve em gorduras e é armazenada em tecidos como fígado e tecido adiposo. Seu nome engloba um grupo de tocoferóis e tocotrienóis, que atuam principalmente como antioxidantes, ajudando a neutralizar radicais livres que podem danificar células e acelerar o envelhecimento.
Além da ação antioxidante, a vitamina E modula a resposta inflamatória, apoia a função imunológica e auxilia o organismo a utilizar a vitamina K, protegendo as membranas celulares. Pesquisas recentes relacionam o nutriente à preservação de neurônios, possível auxílio em doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson, e à manutenção da função muscular, exigindo consumo adequado e constante, sem exageros.
Quais são os principais benefícios da vitamina E para pele e cabelos?
Quando se fala em vitamina E para a pele, a principal associação é com a proteção contra agressões externas e estresse oxidativo causado por radiação solar, poluição e fumaça. Em conjunto com uma rotina de cuidados adequada, a ingestão diária adequada pode colaborar para uma pele mais uniforme, com menos danos causados por radicais livres.
A vitamina E também contribui para o fortalecimento da barreira cutânea, favorecendo a retenção de água na camada mais externa da pele, o que melhora hidratação e elasticidade. Em relação aos cabelos, estudos apontam que o nutriente pode proteger o couro cabeludo, reduzir quebra dos fios e favorecer o crescimento de fios mais saudáveis, ao melhorar a circulação local e reduzir o estresse oxidativo na raiz.
Além do uso tópico em cosméticos, entender a dosagem correta e as formas de consumo é essencial para evitar a oxidação celular. A @NutricionistaPatriciaLeite preparou um guia completo sobre como utilizar esse nutriente a favor da sua estética e saúde, que você pode conferir a seguir:
Quais alimentos são ricos em vitamina E?
A principal fonte de vitamina E na alimentação são os óleos vegetais obtidos por prensagem, especialmente quando pouco refinados. Óleo de girassol, de gérmen de trigo, de milho, de algodão e de oliva se destacam em teor desse nutriente, sendo formas práticas de incorporá-lo às refeições diárias.
As oleaginosas e sementes também ocupam lugar de destaque, assim como alguns vegetais e frutas. Para facilitar a escolha no dia a dia, veja exemplos de grupos de alimentos que concentram boas quantidades de vitamina E:
- Óleos vegetais: girassol, gérmen de trigo, milho, algodão, oliva.
- Oleaginosas: amêndoas, avelãs, pistaches, castanhas, amendoim.
- Sementes: girassol, abóbora e outras sementes oleaginosas.
- Verduras e legumes: espinafre, brócolis, aspargos.
- Frutas: abacate, manga, kiwi.
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Qual é a quantidade diária ideal de vitamina E e como consumi-la?
As recomendações para adultos giram em torno de 15 mg de alfa-tocoferol por dia, valor suficiente para atender às necessidades antioxidantes da maioria das pessoas saudáveis. Em geral, esse consumo é alcançado com uma alimentação variada, que inclua fontes de gorduras de boa qualidade, sem necessidade automática de suplementos.
Por ser lipossolúvel, a vitamina E é melhor absorvida quando ingerida com refeições que contenham alguma gordura, como azeite, abacate, oleaginosas ou peixes. Não há horário específico obrigatório; o essencial é a regularidade. Em suplementação, a orientação profissional é fundamental, principalmente em pessoas que usam anticoagulantes ou têm condições de saúde específicas.
Quais são os principais sinais de deficiência de vitamina E?
Quadros graves de deficiência de vitamina E são pouco frequentes e, quando ocorrem, costumam estar ligados a problemas de absorção de gorduras ou a condições genéticas. Os sintomas envolvem principalmente sistema nervoso, musculatura e maior vulnerabilidade a infecções.
Entre os sinais relatados estão fraqueza muscular, dificuldade de coordenação motora, alterações de reflexos e formigamento em extremidades. A pele pode ficar mais seca e irritada. Em qualquer suspeita, a avaliação médica e exames laboratoriais são fundamentais para confirmar o diagnóstico e definir ajustes alimentares ou suplementação direcionada.
