Celebridade
Li Martins desabafa sobre como o luto transformou seu Carnaval ao lado da filha: “É diferente”

O Carnaval já foi sinônimo de palco, música alta e energia inesgotável para Li Martins, mas, neste ano, a data teve outro significado. Vivendo o luto pela morte do marido, JP Mantovani, que faleceu em setembro do ano passado, a cantora contou que a folia agora acontece de forma mais íntima ao lado da filha, Antonella, de 8 anos.
“Já vivi carnavais de muita festa, música alta, energia que não acabava. Hoje, a festa é diferente”, escreveu ela ao compartilhar registros com a menina nas redes sociais. A ex-integrante do Rouge explicou que os últimos meses provocaram uma mudança profunda em sua forma de enxergar a vida. “Tem riso fácil, tem colo, tem presença. Os valores mudaram, e isso também é bonito”, refletiu.
Segundo Li, o Carnaval deixou de ser sobre grandes produções e multidões para se tornar um momento de conexão real. “O Carnaval agora é viver o simples, celebrar o agora e estar com quem realmente importa”, afirmou. E completou: “No fim das contas, essa é a melhor festa”.
Desde a partida trágica de JP em um acidente de moto, Li tem dividido com os seguidores partes do processo de luto e da reconstrução da rotina ao lado da filha. Antonella é fruto da relação com o modelo e apresentador, e tem sido, segundo a cantora já declarou em outras ocasiões, sua principal força neste momento delicado.
Veja a publicação:
Li Martins fala sobre luto e descreve processo como “uma montanha-russa”
Quatro meses após a morte de JP Mantovani, Li Martins tem dividido com os seguidores reflexões sobre o processo de luto e a reconstrução da rotina. Em conversa recente com os fãs, a ex-integrante do Rouge admitiu que ainda não consegue definir exatamente como tem enfrentado essa fase. “É uma pergunta que eu recebo bastante, e não sei se eu sei responder, não sei se um dia vou saber responder. O luto é isso, um dia de cada vez”, desabafou.
Ela descreveu o período como instável e imprevisível. “Tem dias que você acha que está melhor, tem dias que parece que está pior. A sensação é, muitas vezes, de não estar saindo do lugar, sabe?”, explicou.
Ao longo dos últimos meses, Li contou que tem encontrado apoio também nas mensagens que recebe de outras pessoas que vivem experiências semelhantes. “Eu recebo muitas mensagens de outras pessoas que também estão vivendo o luto, algumas há dois anos, algumas há 10. Então, o que eu tenho aprendido nesse tempo todo é que não adianta tentar acelerar nenhum processo”, refletiu.
A cantora destacou ainda que não enfrenta esse momento sozinha. “Estou bem assistida, venho fazendo terapia, não estou sozinha. Vai ficar tudo bem, se Deus quiser”, concluiu.
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