Celebridade
Com patrimônio de meio bilhão, cantor gasta milhões com mansão secreta e isolada em paraíso latino

O intervalo do Super Bowl, realizado neste domingo, 8, trouxe foco para uma apresentação marcada por fortes referências à cultura latina. O show serviu como uma extensão da identidade de um artista que, diferentemente de muitos pares da indústria fonográfica, opta por não se distanciar de sua origem geográfica e cultural.
Enquanto a tendência comum para músicos desse porte é fixar residência definitiva em polos como Los Angeles ou Miami, o cantor em questão mantém uma base sólida em sua terra natal. Sua estratégia de carreira e vida pessoal envolve um retorno constante à ilha, utilizando o sucesso internacional para valorizar o estilo de vida local, em vez de substituí-lo pelos padrões norte-americanos.
Se trata do porto-riquenho Bad Bunny, que levou sua musicalidade ao evento esportivo ontem, sustenta uma lista de imóveis que refletem essa prioridade. Embora possua propriedades em outros países, é em Porto Rico que ele concentra seus períodos de descanso e criação, reafirmando que sua conexão com o território vai além do discurso artístico.
A estadia em San Juan
Durante o período de isolamento social provocado pela pandemia, a escolha de moradia do artista evidenciou sua preferência pela América Latina. Bad Bunny optou por passar o período de bloqueio em uma residência em San Juan, capital de Porto Rico, em vez de se isolar nos Estados Unidos. A propriedade serviu de refúgio para o cantor e também funcionou como estúdio criativo improvisado para seus projetos lançados naquela época.
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A estadia foi mantida sob rigorosa privacidade. O público teve acesso a poucos detalhes da residência, vistos apenas através de transmissões ao vivo esporádicas que o cantor realizou em sua conta no Instagram. As imagens mostravam uma rotina voltada para o interior da propriedade, sem grandes exposições externas, garantindo a discrição que o artista busca quando está fora dos palcos.

Preferências gastronômicas e locais
Em entrevista concedida à publicação Condé Nast Traveler, o músico detalhou sua relação com a geografia da ilha. Ele listou cidades específicas que frequentava regularmente, incluindo Vega Alta, Dorado, sua cidade natal Vega Baja, além de Manatí, Barceloneta, Arecibo e a região oeste de Porto Rico.
A rotina alimentar do artista na ilha também segue padrões tradicionais locais. Segundo ele, a primeira refeição ao retornar de viagens internacionais costuma ser simples: uma cerveja acompanhada de peixe. Entre os pratos citados como favoritos estão o mofongo – prato típico feito à base de banana-da-terra – e o ceviche de polvo.
O cantor enfatizou sua preferência por restaurantes costeiros, indicando um gosto por ambientes menos formais e mais conectados à cultura local. Mesmo com acesso a destinos exclusivos ao redor do mundo, ele reiterou à publicação: “Viajei pelo mundo e Porto Rico ainda é meu lugar favorito”.
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