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Pesquisa inédita mostra que esse tipo de carne é o novo vilão da saúde no Brasil

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Carnes processadas, como salsicha, linguiça, bacon, presunto e salame, comuns nas mesas brasileiras, estão sob alerta. Pesquisa publicada na revista Nature Medicine analisou dados de mais de 60 estudos, confirmando que essas carnes pertencem ao grupo 1 de risco cancerígeno.

Esta classificação, realizada pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), parte da Organização Mundial da Saúde (OMS), associa esses alimentos a produtos como tabaco e amianto devido ao risco comprovado de câncer em humanos.

O estudo destaca o consumo dessas carnes como um fator significativo no desenvolvimento de cânceres, especialmente o câncer colorretal. O perigo não surpreende os especialistas, que há tempos alertam para os riscos do consumo frequente. Mesmo porções diárias aparentemente pequenas podem ser prejudiciais.

O estudo destaca o consumo dessas carnes como um fator significativo no desenvolvimento de câncer colorretal
O estudo destaca o consumo dessas carnes como um fator significativo no desenvolvimento de câncer colorretal – Imagem de Philipp T por Pixabay

Para muitos, é impensável um café da manhã sem presunto ou mortadela. Contudo, a pesquisa evidencia que consumir essas carnes aumenta em 18% o risco de câncer colorretal, conforme estudos gerais.

O perigo abrange também outros problemas de saúde. O consumo diário de 50 gramas de carne processada está associado a um risco acrescido de diabetes tipo 2, de até 15% nos próximos anos.

Salsichas e salames, frequentemente considerados inofensivos, contribuem substancialmente para esses riscos. Evidências apontam que as carnes processadas superam até bebidas açucaradas e gorduras trans quanto à criticidade para a saúde.

As carnes processadas lideram em riscos de saúde quando comparadas a outros alimentos prejudiciais. Um refrigerante por dia pode aumentar o risco de diabetes em até 8%, enquanto gorduras trans elevam problemas cardíacos em 3%.

Em termos de câncer, a carne processada se destaca de forma mais alarmante. Recomenda-se substituí-la por alimentos mais saudáveis, como carnes brancas, legumes e grãos integrais. Tais substituições, somadas a hábitos de vida ativos, podem mitigar riscos e melhorar a qualidade de vida.



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