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Vera Viel faz desabafo após nova biópsia e médico alerta: ‘É diferente de cura’

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Após retirada de tumor raro, Vera Viel fala sobre fé e alívio após biópsia e médico detalha sinais que pacientes em remissão devem observar

A apresentadora Vera Viel, esposa de Rodrigo Faro, voltou às redes sociais para compartilhar um momento delicado de sua jornada contra o câncer. Meses após retirar um tumor raro da perna e entrar em remissão, ela revelou que precisou passar por uma nova biópsia, realizada após alterações em exames de acompanhamento.

Apesar da tensão, Vera contou estar aliviada com o resultado. Segundo ela, o tumor não retornou, e sua fé tem sido fundamental nesse processo de superação. Para esclarecer dúvidas sobre o caso, a CARAS Brasil conversou com o médico oncologista Elge Werneck, que explicou os riscos da recidiva, a importância do acompanhamento frequente e os sinais de alerta que pacientes em remissão precisam observar.

O que significa estar em remissão?

Dez meses após ser considerada em remissão, Vera precisou realizar uma nova biópsia. O médico esclarece o que realmente significa esse estágio do tratamento: “A remissão significa que não há evidências mensuráveis do câncer em exames clínicos e radiológicos”, afirma Werneck.

Ele ressalta que esse termo não é sinônimo de cura: “Isso é diferente de cura, uma vez que, mesmo não sendo identificado o tumor em exames, ele pode estar presente em tamanho não detectável pela avaliação clínica e por tomografia ou ressonância, por exemplo”, explica.

Quais os riscos de recidiva do câncer?

De acordo com o oncologista, alguns fatores devem ser considerados quando se fala no retorno da doença:“Quanto mais tempo se passa do tratamento, menor a probabilidade da doença voltar (raríssimas são as exceções)”, pontua. “O risco varia de tumor para tumor, não existindo uma regra para essa definição”, acrescenta.

“Características do câncer, como tamanho, acometimento linfonodal, grau de diferenciação, alterações moleculares, dentre outras, são parâmetros muito úteis no seguimento do caso, uma vez que informam sobre maiores chances de cura ou não“, completa o médico.

Por que os exames precisam ser frequentes?

Vera revelou que faz exames a cada três meses, e o oncologista explica o motivo da rotina tão intensa: “Nas fases iniciais pós-tratamento, exames regulares sequenciais são fundamentais, tentando excluir mínimas possibilidades de recidiva”, diz Werneck.

Além disso, a frequência ajuda no tratamento precoce, caso a doença volte: “A vantagem de exames tão próximos é que, caso se observe a recidiva, medidas de resgate curativas podem ser prontamente oferecidas”, afirma.

Leia também: Médico explica importância da biópsia em caso de Vera Viel: ‘É a única forma definitiva’

Com o tempo, esse ritmo tende a mudar: “Como dito anteriormente, quanto mais tempo passa do tratamento, menores as chances de recidiva da doença, o que permite, assim, espaçar esses exames de seguimento para um intervalo maior, até que ele possa fazê-los anualmente“, conclui.

Quais sintomas exigem atenção mesmo em remissão?

O especialista também alerta que pacientes que já enfrentaram o câncer precisam estar atentos a sinais que podem indicar uma nova ocorrência: “Isso varia muito de acordo com o tumor que o paciente teve, uma vez que manifestações clínicas de câncer de mama e intestino, por exemplo, são diferentes”, explica.

No entanto, alguns sinais devem sempre ser observados: “De uma forma geral, sintomas no local da doença inicial, como surgimento de novo nódulo na mama ou alguma alteração sobre uma área onde foi retirado um câncer de pele pode sugerir recorrências locais”, afirma.

“Já sintomas constitucionais, como fadiga, perda de apetite e disposição, falta de ar ou dores inespecíficas devem ser investigados em quem tem histórico de câncer“, completa o oncologista.

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