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Médico aponta atitudes para controle de doença de Larissa Manoela: ‘Falar sobre é importante’

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Larissa Manoela é uma das famosas que já revelou conviver com a endometriose; entenda a seguir quais atitudes ajudam a controlar quadro

Em 2022, Larissa Manoela (24) usou seu perfil do Instagram para falar sobre o diagnóstico de endometriose e ovário policístico, abrindo um espaço essencial para conversar com o público. A condição crônica, que afeta milhões de mulheres no mundo, pode causar dores intensas e comprometer a fertilidade. Por isso, é importante entender quais atitudes podem ajudar no controle do quadro.

Em entrevista à CARAS Brasil, o médico nutrólogo Marcelo Silva explica que mudanças na alimentação, estilo de vida e até mesmo o uso de novas terapias podem influenciar o tratamento e o bem-estar de pacientes como Larissa Manoela. A atriz, inclusive, explicou que convivia com os sintomas há anos, como cólicas menstruais severas e desconforto pélvico.

Apesar disso, Silva afirma que a doença nem sempre é ligada apenas à inflamação. “Estamos falando de uma doença ligada à dominância estrogênica, ou seja, um desequilíbrio entre estradiol e progesterona, além de alterações na microbiota intestinal (disbiose) e processos de inflamação crônica“, afirma o médico.

Leia também: Médica alerta para doença sem cura que Larissa Manoela sofre: ‘Dor severa’

De acordo com o especialista, fatores como estresse contínuo, traumas emocionais, noites mal dormidas e exposição a substâncias químicas que imitam hormônios —presentes em alguns cosméticos e embalagens— podem agravar os sintomas. Porém, mudanças no cardápio podem ajudar a ter uma resposta melhor do organismo.

Reduzir ou eliminar glúten (trigo e derivados), caseína do leite de vaca (optando por queijos de búfala ou reduzindo queijos amarelos duros), soja e milho em excesso, óleos refinados como soja, canola e girassol, além de ultraprocessados e refrigerantes, mesmo os sem açúcar [pode ajudar]“, aponta o médico.

Dar preferência a azeite de oliva extra virgem, manteiga e banha de porco de boa procedência, peixes ricos em ômega-3 (salmão, sardinha), frutas e vegetais anti-inflamatórios“, completa. “Optar por cosméticos veganos ou livres de parabenos, ftalatos e metais pesados como mercúrio e alumínio, que funcionam como xenoestrogênios e podem piorar a doença.”

O impacto da endometriose no Brasil

A endometriose é uma doença considerada comum no Brasil, afetando uma a cada 10 mulheres –o que totaliza cerca de 7 milhões de brasileiras com a condição, de acordo com dados do Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial de Saúde).

Dados do DataSus, compartilhados em 2023, apontaram que 46,3 mil mulheres foram internadas pela doença nos últimos cinco anos. A pesquisa evidencia a necessidade de maior suporte e tratamento adequado no Sistema Único de Saúde (SUS), que atualmente enfrenta dificuldades para oferecer tratamento integral para todas as pacientes.

CONFIRA VÍDEO DE LARISSA MANOELA SOBRE A ENDOMETRIOSE:

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