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encontraram umas das maiores raridades do planeta Terra

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Nas últimas décadas, o Brasil foi observado por suas florestas, seus grãos e sua capacidade energética. Agora, o foco mudou para o que está debaixo da terra.

A confirmação de que o país abriga a segunda maior reserva de terras raras do mundo acendeu o interesse global.

Estados Unidos, China, União Europeia e outros gigantes econômicos voltaram seus olhos para o território brasileiro em busca de uma riqueza que poucos conhecem, mas que é crucial para o futuro da tecnologia e da transição energética.

Todas as potências do mundo olham para o Brasil: encontraram umas das maiores raridades do planeta Terra

As chamadas “terras raras” são um grupo de 17 elementos químicos presentes em minérios que, embora não sejam escassos na crosta terrestre, aparecem misturados a outros minerais e exigem um processo complexo e caro para serem isolados.

São elementos como neodímio, lantânio e cério, discretos na tabela periódica, mas essenciais para a fabricação de turbinas eólicas, motores de carros elétricos, painéis solares, aparelhos médicos avançados e sistemas de defesa de alta precisão.

Em outras palavras, são os blocos invisíveis que sustentam a tecnologia do século XXI.

A demanda por esses minerais cresceu rapidamente à medida que o mundo busca reduzir a dependência de combustíveis fósseis e ampliar o uso de energia limpa.

Hoje, a China domina a cadeia global de extração, refino e industrialização das terras raras, controlando mais de 80% da oferta mundial. O Brasil, apesar da vantagem geológica, ainda está nos estágios iniciais da exploração e processamento desse recurso.

Brasil já está explorando essa riqueza

Boa parte do material extraído em solo brasileiro ainda é exportado em estado bruto, o que limita o ganho econômico e estratégico do país. No entanto, o governo federal começou a se movimentar para mudar esse cenário.

Iniciativas como o projeto MagBras, coordenado pelo SENAI, buscam desenvolver tecnologia nacional para produção de ímãs permanentes, indispensáveis em setores como mobilidade elétrica.

Além disso, investimentos públicos e privados estão sendo direcionados para pesquisas geológicas, plantas de processamento e incentivos à indústria nacional.

O Brasil se encontra diante de uma encruzilhada: ou aproveita a janela histórica para construir uma cadeia produtiva completa e estratégica, ou continuará exportando potencial e importando progresso.

As potências já entenderam o valor das terras raras. Agora, cabe ao Brasil decidir o que fazer com esse trunfo.



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