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Médico alerta para sinais de doença que afetou Jakelyne Oliveira: ‘A pessoa pode sentir…’

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Em entrevista para CARAS Brasil, neurologista explica os sinais de doença que afetou Jakelyne Oliveira e como diferenciar de um AVC

No início deste ano, Jakelyne Oliveira viveu um episódio que assustou os fãs e a própria modelo. Após sentir fortes dores de cabeça, a ex-A Fazenda foi parar na UTI acreditando estar sofrendo um AVC. Durante a crise, ela relatou que sua visão ‘fechou’, ficou sem raciocínio e sem conseguir falar. Mais tarde, descobriu que se tratava de uma enxaqueca com aura.

Para entender melhor esse quadro, a CARAS Brasilconversou com o neurologistaMatheus Luis Castelan Trilico, que explicou os riscos, os sintomas e o processo de recuperação.

Efeitos da enxaqueca podem durar dias após a crise

Segundo o especialista, é normal que os sintomas não desapareçam imediatamente após a fase aguda: “Sim, é possível que o chamado período pós-drômico, que vem após a fase aguda da enxaqueca, dure alguns dias. Durante esse tempo, a pessoa pode sentir fadiga, dor de cabeça leve, confusão ou dificuldade de concentração”, explica o médico.

“O tempo de recuperação varia muito de paciente para paciente, e depende da intensidade da crise, da resposta ao tratamento e também de fatores como estresse, sono e alimentação“, acrescenta.

Ele reforça ainda que o acompanhamento especializado pode fazer diferença: “Em casos mais graves, o acompanhamento neurológico próximo é essencial para prevenir novas crises e garantir uma recuperação completa.”

Enxaqueca com aura ou AVC? Neurologista explica como diferenciar

Entre os sintomas relatados por Jakelyne, estavam fala embolada e confusão mental — sinais que podem confundir até mesmo especialistas.

“Essa é uma pergunta muito importante, porque de fato os sintomas podem ser muito semelhantes. A enxaqueca com aura costuma ter sintomas neurológicos que aparecem de forma progressiva, ao longo de vários minutos, e desaparecem totalmente após a crise. Já o AVC ou o AIT (acidente isquêmico transitório) tendem a surgir de forma súbita e podem deixar sequelas”, esclarece o neurologista.

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O médico ressalta que a investigação médica é sempre necessária: “Na prática, fazemos essa diferenciação com base no histórico clínico detalhado e, quando necessário, com exames de imagem como tomografia e ressonância magnética. O mais seguro é sempre investigar, especialmente quando é a primeira vez que esses sintomas aparecem ou quando eles vêm com uma intensidade incomum.”

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