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Veja o que se sabe sobre o suposto esquema de espionagem montado dentro da Abin

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Veja o que se sabe sobre o suposto esquema de espionagem montado dentro da Abin

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<img src=”https://img.r7.com/images/pf-prende-servidores-da-abin-suspeitos-de-monitorar-autoridades-no-governo-bolsonaro-20102023221937543″ /><br />
Veja os principais pontos e o que se sabe até agora sobre a investigação da Polícia Federal de um suposto esquema de espionagem dentro da Abin (Agência Brasileira de Inteligência)A suposta organização investigada pela PF teria monitorado, sem autorização, autoridades brasileiras. Segundo as investigações, o programa "First Mile" permitia vigiar até 10 mil celulares por anoO operador do programa só teria que digitar o número da pessoa para ter acesso às informações. A aplicação também criava históricos de deslocamento e alertas em tempo real da movimentação dos aparelhos cadastradosNo dia 25 de janeiro de 2024, a PF realizou buscas em endereços ligados ao deputado federal e ex-diretor da agência Alexandre Ramagem (PL-RJ)Foram cumpridos 21 mandados em Brasília, Juiz de Fora, São João del Rei e Rio de Janeiro. Além de Ramagem, outros sete policiais federais foram afastados dos cargosSegundo fontes ligadas à PF, os ministros&nbsp;Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes&nbsp;estão na lista de suposta espionagem irregular.Os investigadores acreditam que o&nbsp;apontou a atuação de&nbsp;três núcleos de espionagem&nbsp;ilegal na Abin. Eram eles: Cúpula, que contava com um subgrupo, Evento-Portaria 157 e Tratamento-Log.A Polícia Federal&nbsp;também trabalha com a suspeita de que a agência foi usada para ajudar filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro fornecendo informações para que eles pudessem se defender de investigações judiciais em tramitação na JustiçaAs buscas foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O ministro&nbsp;negou a&nbsp;suspensão da atividade&nbsp;parlamentar de Ramagem durante o andamento do inquéritoA operação do dia 25 de janeiro também afastou sete policiais federais das funções. No mesmo dia, alguns dos investigados prestaram depoimento na&nbsp;superintendência em BrasíliaApós a operação, o líder do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), trocaram ofensas.

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